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Eurodeputado de extrema-direita é flagrado em orgia gay e renuncia

József Szájer é um importante membro de um partido conservador

Por Redação VEJA São Paulo 2 dez 2020, 19h50

O eurodeputado de extrema-direita József Szájer renunciou ao Parlamento Europeu após ser detido na última sexta (27) pela polícia belga em uma festa na cidade de Bruxelas que violava as medidas de combate ao coronavírus. As autoridades multaram 25 homens no endereço, incluindo dois outros diplomatas. Segundo a mídia local, o evento se tratava de uma orgia gay.

A polícia foi acionada após denúncias de vizinhos sobre o barulho alto. Drogas e bebidas alcoólicas foram encontradas no local. O político confirmou na terça (1º) que esteve presente no evento, mas negou ter usado drogas na ocasião.

Ele lamentou a violação das medidas restritivas em relação à pandemia. “Peço desculpas à minha família, aos meus colegas, aos meus eleitores”, declarou. O oficial é casado desde 1983 com a juíza húngara Tünde Handó, com quem tem uma filha.

Szájer é um importante membro do partido conservador Fidesz-União Cívica Húngara, liderado pelo primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán. A legenda é defensora dos valores cristãos conservadores e anti-LGBT. Recentemente, o governo apresentou uma legislação que restringe o casamento a uniões entre um homem e uma mulher.

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