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Equipe da Mercedes relata assalto na saída de Interlagos

"Armas foram apontadas na cabeça. Por favor, rezem por uma equipe que está abalada, mas trabalhando", escreveu o piloto Lewis Hamilton, em rede social

Por Redação VEJA São Paulo - Atualizado em 11 Nov 2017, 11h40 - Publicado em 11 Nov 2017, 11h22

A equipe da Mercedes relatou um caso de violência que ocorreu na noite de sexta (10), após o primeiro dia de treinos para o GP do Brasil. Uma van que transportava os profissionais foi abordada na saída do Autódromo de Interlagos e objetos transportados foram roubados.

A informação foi confirmada pela Merdeces e pelo piloto inglês Lewis Hamilton, que publicou sobre o caso nas redes sociais. “Alguns integrantes da minha equipe foram ameaçados com armas de fogo na noite passada depois de sair do autódromo. Armas foram apontadas na cabeça. Por favor, rezem por uma equipe que está abalada, mas trabalhando”, escreveu, na manhã de sábado (11).

Em seguida, o piloto desabafou: “Isso acontece todo ano aqui. Não há desculpa”

De acordo com o diretor de comunicação da equipe, em entrevista ao site da ESPN, a abordagem dos assaltantes ocorreu por volta das 20h. “Um veículo conseguiu nos fazer parar. Alguns homens nos abordaram e levaram pertences. Posso dizer apenas que eram itens muito valiosos para a equipe. O importante é que nada de grave ocorreu e todos estão bem. É tudo que posso comunicar”, disse o porta-voz da Mercedes.

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A equipe preferiu não registrar queixa na polícia. Uma van que transportava parte da equipe da Fia também teria sido abordada, mas, de acordo com o GloboEsporte.com, conseguiu escapar ilesa.

A largada do GP do Brasil ocorre neste domingo, às 14h de Brasília. Neste sábado, serão realizados o último treino livre e o treino oficial para a definição do grid.

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