As promessas dos candidatos ao governo para as universidades estaduais

Na reportagem de capa da semana de VEJA SÃO PAULO, conheça as principais propostas dos favoritos a ocupar o Palácio dos Bandeirantes

Na reportagem de capa da semana de VEJA SÃO PAULO, conheça as principais propostas dos favoritos a ocupar o Palácio dos Bandeirantes, em uma disputa ofuscada pela tensa corrida presidencial. Clique para ler o texto completo e, a seguir, confira as ideias dos concorrentes sobre um tema que mobiliza o eleitor.

Quais os projetos para as universidades estaduais?

João Doria: O volume de recursos estabelecido por lei será mantido, mas ficaremos mais próximos dos reitores para melhorar a gestão, sempre respeitando a autonomia deles. Sobre cobrança de mensalidade, de quem pode pagar, isso está em estudo pelo nosso grupo de trabalho. Estamos analisando a viabilidade para saber se poderá haver impacto no ingresso de recursos e se é possível destiná-los ao financiamento de pesquisas. No entanto, a prioridade do meu governo serão os ensinos fundamental e médio.

Márcio França: O desafio é fazer com que as universidades dediquem os recursos a educação e pesquisa. Para isso me disponho a tirar do encargo delas obrigações incorporadas ao longo dos anos. Cada refeição custa 17 reais para a universidade, mas o Bom Prato sai por 4,70 reais para o estado. Posso também administrar o Hospital Universitário da USP. O dinheiro para isso é um só e vem do contribuinte. Sobre estabelecer uma mensalidade, sou favorável a que os mais ricos paguem, mas precisaria mudar a Constituição.

Luiz Marinho: Nós vamos respeitar a autonomia das universidades estaduais, mas podemos ajudá-las a gerar mais receitas e potencializar as pesquisas científicas, que são fundamentais para o desenvolvimento do estado e do Brasil. Além disso, meu governo vai criar um plano de permanência para os alunos universitários, com incentivos para que eles consigam concluir o curso. Em hipótese alguma eu adotarei algum sistema de pagamento de mensalidade, mesmo para os estudantes mais ricos.

Paulo Skaf: As universidades são autônomas e não posso interferir nisso. Também não existe a possibilidade de alunos mais ricos pagarem mensalidade. O que precisamos fazer é aproximar a indústria dos centros de ensino para aumentar o potencial de pesquisa e inovação. Estamos na era da inteligência artificial. Podemos estudar uma forma de receita extra para as universidades estaduais vinda de serviços prestados, por exemplo, sempre observando as questões legais.

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