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Polícia procura motorista que atropelou e matou criança de 4 anos na ZS

A criança estava com a família em um churrasco realizado numa borracharia, que foi invadida pelo veículo desgovernado. O motorista fugiu sem prestar socorro

Por Redação VEJA São Paulo - Atualizado em 14 Feb 2020, 15h45 - Publicado em 13 Jan 2020, 18h50

A polícia de São Paulo procura o motorista que atropelou e matou um menino de 4 anos de idade na madrugada desta segunda-feira (13), no bairro Campo Grande, na Zona Sul. A criança estava com a família em um churrasco realizado numa borracharia, que foi invadida pelo veículo desgovernado. O motorista fugiu sem prestar socorro. Ele será indiciado por homicídio. As informações são do G1.

Moradores de Campo Grande relataram à polícia que o motorista foi visto bebendo em um posto de combustíveis antes do acidente e que portava um frasco com lança perfume. Os familiares do menino Kayque Pietro Ferreira da Silva afirmaram à polícia que o rapaz parou na faixa de pedestres, acelerou em seguida, subiu na calçada e atingiu ao menos dez pessoas no barracão onde o aniversário era comemorado.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), o caso ocorreu por volta das 1h30 de segunda-feira (13) e foi registrado no 98º DP (Jardim Miriam).

Segundo informações de familiares, o motorista é morador do bairro e chegou a descer do veículo após o atropelamento. Na sequência, ele retornou para o carro para “dar ré” e tirar o carro de perto das pessoas atingidas, mas fugiu. “Ele tem que pagar por isso que ele fez. Uma criança de quatro anos. Ele acabou com a vida de todo mundo. Acabou com a vida do meu tio, da mulher do meu tio. Tirou metade de todo mundo”, disse Márcia Ezequiel de Oliveira, prima de Kayque.

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A polícia foi até a casa do condutor, mas ele não estava no local. Além do menino, outras cinco pessoas foram atingidas pelo carro. Uma menina de 3 anos ficou ferida e foi levada para o hospital com uma fratura na perna. Uma mulher que estava com um bebê de colo também foi encaminhada para o hospital e passa bem. A polícia deve pedir as imagens de segurança de comércios próximos à borracharia para entender como o acidente aconteceu.

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