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Confira como está o nível do Sistema Cantareira neste sábado (15)

De acordo com a Companhia de Saneamento Básico de São Paulo (Sabesp), a capacidade de armazenamento está em estado de alerta

Por Redação VEJA São Paulo - Atualizado em 15 set 2018, 15h31 - Publicado em 15 set 2018, 15h30

O Sistema Cantareira opera com 35% de sua capacidade neste sábado (15), de acordo com a Companhia de Saneamento Básico de São Paulo (Sabesp).

Desde o final de julho, o reservatório entrou em estado de alerta quando o armazenamento ficou abaixo de 40%. Na ocasião, os paulistanos enfrentaram o terceiro período de seca mais longo desde 1995.

Nessa situação, a quantidade de água que a Sabesp pode retirar do manancial é reduzida de 31 000 litros por segundo para 27 000 litros por segundo.

Os outros sistemas que abastecem o estado estão operando em níveis variados. O Alto Tietê está com 47,4%, Guarapiranga 51%, Alto Cotia 45,7%, Rio Grande 77,1% e Rio Claro com 43,1%.

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Entre 2014 e 2016, o Cantareira viveu sua pior estiagem e deixou o abastecimento de São Paulo à beira do colapso. Após a crise hídrica, o sistema registrou seu maior nível de capacidade sem o uso do chamado volume morto — a água localizada abaixo das estruturas de operação dos reservatórios e acessíveis apenas por bombeamento — em 15 de junho de 2017, quando este chegou a 68%.

Para que a crise não se repita, a Sabesp investiu 7 bilhões de reais em 34 grandes obras e realizou mais de 1 000 intervenções de pequeno e médio portes. As duas instalações mais importantes começaram a operar entre abril e maio deste ano. Trata-se do Sistema São Lourenço e da interligação Jaguari-Atibainha, situada na bacia do Rio Paraíba do Sul.

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