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Com greve de ônibus na capital, rodízio será suspenso nesta quarta (29)

Liminar que determina operação de ao menos 80% da frota nos horários de pico ainda está em vigor; SPTrans pediu aumento da multa

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 28 jun 2022, 19h33 - Publicado em 28 jun 2022, 18h54

Após o anúncio de uma nova greve dos motoristas e cobradores de ônibus da capital nesta quarta-feira (29), a Prefeitura de São Paulo informou que o rodízio de automóveis ficará suspenso. O Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo (Sindimotoristas) afirmou que a greve começa às 0h desta quarta.

+ Sindicato anuncia nova greve de ônibus para esta quarta (29)

Com isso, carros com placas finais 5 e 6 poderão circular pelo centro expandido a qualquer horário do dia. Além disso, as faixas de ônibus ficarão liberadas para circulação de carros enquanto durar a greve. O rodízio somente será mantido para caminhões.

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Em nota, a SPTrans “lamentou” a deflagração da greve e destacou que ainda está em vigor uma decisão liminar da Justiça do Trabalho, do dia 31 de maio, que determinou a manutenção de 80% da frota operando nos horários de pico e 60% nos demais horários, sob pena de multa diária de R$ 50 mil.

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O processo relativo ao dissídio coletivo de greve ainda terá seu mérito julgado pelo Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo (TRT2). No âmbito deste processo, nesta terça-feira (28), a SPTrans pediu o aumento da multa em caso de descumprimento do número mínimo de ônibus circulando.

Demandas

Os trabalhadores afirmam que, apesar das empresas terem aceitado o reajuste salarial de 12,5%, demandas como horário de almoço remunerado, vale-refeição, participação nos lucros e resultados e plano de carreiras do setor de manutenção não foram acolhidas. A paralisação deve durar 24 horas.

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No dia 14 de junho, os motoristas e cobradores de ônibus da capital paralisaram por 15 horas, pedindo o aumento salarial. Foi feito um acordo entre as empresas e os trabalhadores, e a greve foi encerrada. A paralisação afetou ao menos 2,7 milhões de passageiros.

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