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Coletivo cria vaquinha para ajudar garoto tatuado na testa

A arrecadação, que já ultrapassa os 17 000 reais, deve custear tratamentos psicológicos e remoção da tatuagem

Por Redação VEJA São Paulo 11 jun 2017, 13h48

Sensibilizado com o caso do menor de 17 anos, tatuado na testa com a frase “eu sou ladrão e vacilão”, o Coletivo Afroguerrilha criou uma campanha na internet. O dinheiro arrecadado será utilizado para custear o procedimento de remoção da tatuagem e tratamento psicológico do garoto de São Bernardo do Campo.

O objetivo inicial da vaquinha, de 15 000 reais já foi superado. A campanha ultrapassou o montante de 17 000 reais, mas permanece disponível para doações.

O jovem, que estava desaparecido até sábado (9), foi encontrado na Estrada dos Casas, em São Bernardo do Campo. Em depoimento à polícia, negou ter cometido o furto da bicicleta, justificativa utilizada por Ronildo Moreira de Araújo, 29 anos, e Maycon Wesley Carvalho dos Reis, 27 anos, para cometerem o delito. Os dois permanecem presos, acusados de tortura.

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