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Cidades do litoral paulista vão barrar entrada de turistas no feriado

Alguns municípios vão vetar o ingresso de qualquer pessoa que não comprove morar na região

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 8 abr 2020, 12h25 - Publicado em 8 abr 2020, 11h57

Cidades da Baixada Santista vão fiscalizar suas vias de acesso contra turistas que planejam descer a serra para passar o feriado de Páscoa no litoral. Segundo matéria publicada pela Folha de S. Paulo, pelo menos sete cidades já tomaram providências contra a entrada de turistas: Guarujá, Santos, Praia Grande, Peruíbe, São Vicente, Itanhaém e Mongaguá.

A Prefeitura de Guarujá afirmou que vai reforçar ainda mais o controle de acesso ao município, que não permite o acesso de não moradores desde a decretação de quarentena no estado, no dia 24 de março.

Condutores de veículos que não morem na cidade, ou não estejam indo ao município para realizar serviços essenciais, como saúde ou segurança pública, estão proibidos de entrar na cidade. Nem mesmo quem tem casa de veraneio pode atravessar o bloqueio.

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O motorista que se recusar a retornar para a cidade de origem, acrescentou a prefeitura, pode ter o veículo removido para o pátio municipal. O acesso às praias também está proibido aos moradores da cidade.

Santos também bloqueia o ingresso de qualquer pessoa que não more no município. Todos os acessos à cidade são fiscalizados desde o último dia 23. Nos bloqueios, acrescentou o governo municipal, são usados cones para o estreitamento das pistas de acesso ao município. Veículos com placas de Santos são liberados para trafegar na cidade e os que contam com placas de outros municípios são obrigados a retornar, com escolta de agentes de trânsito.

Exceções são abertas para pessoas que comprovem vínculo de trabalho ou que tenha residência na cidade, além de profissionais de serviços essenciais. Desde o início do controle de acesso, 116 veículos retornaram às cidades de origem.

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O governo municipal destacou que “não há qualquer proibição” no direito e ir e vir das pessoas na cidade. No entanto, será solicitado o retorno para o município de origem, caso elas não possam se manter em isolamento na cidade do litoral.

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