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Caso Lázaro: fazendeiro deu abrigo para criminoso por 5 dias, diz caseiro

Funcionário e patrão foram presos acusados de ajudar o fugitivo

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 25 jun 2021, 19h02 - Publicado em 25 jun 2021, 19h01

Um fazendeiro e um caseiro foram presos na cidade de Cocalzinho, em Goiás, acusados de ajudarem Lázaro Barbosa. O criminoso é suspeito de matar uma família inteira na cidade de Ceilândia, Distrito Federal, além de ser procurado por outros crimes. Centenas de agentes buscam o homem em uma fuga que já dura 17 dias.

Segundo o UOL, o caseiro Alain Reis Santana disse que ele e o seu patrão, Elmi Caetano, alimentaram Lázaro, em depoimento para a polícia. Alain afirma que o fugitivo anda com uma espingarda e um telefone celular. Eles deixaram o homem dormir no local e realizar refeições na fazenda durante cinco dias, de acordo com o homem. A defesa do fazendeiro, no entanto, nega o crime.

Alain afirma que seu patrão, Elmi, gritava na mata “vem almoçar, Lázaro”. Pela noite, o caseiro diz que o fazendeiro deixava as portas abertas para que o criminoso pudesse entrar na casa.

As equipes de busca receberam uma denúncia de que ele poderia estar no local, mas ao chegarem ao endereço na quarta-feira (23), o dono não permitiu a entrada. Na quinta-feira (24) a polícia retornou e conseguiu entrar na propriedade.

O secretário de segurança Pública de Goiás, Rodney Miranda, afirmou que a dupla será autuada por porte ilegal de arma de fogo e facilitação de fuga.

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