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Capital quer criar barreiras sanitárias para conter cepa indiana

O primeiro caso da variante no Brasil foi identificada no Maranhão; informação foi confirmada na última quinta-feira (20)

Por Redação VEJA São Paulo 21 Maio 2021, 10h23

Para conter a cepa indiana do coronavírus, a capital quer criar barreiras sanitárias em aeroportos, disse o secretário municipal da Saúde, Edson Aparecido. Haverá uma reunião entre ele, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e membros da Anvisa para debater as medidas.

A nova variante foi identificada no Maranhão e a informação foi confirmada na última quinta-feira (20). “O ministro Queiroga prontamente nos atendeu para que possamos criar barreiras. Marcamos uma reunião virtual amanhã, no sábado, para tratar de medidas que podemos estabelecer aqui em São Paulo com a Anvisa para controlar a disseminação da variante”, disse Aparecido em entrevista ao UOL.

Além do Maranhão, o secretário se preocupa com os casos já confirmados na Argentina. A barreira deve monitoras os voos dos dois locais. “O PCR [teste] é um fator importante de comprovação e também a orientação sanitária. Em locais como as estradas Dutra, Fernão Dias e o Terminal de Ônibus do Anhembi, colocaríamos uma estrutura para fazer a testagem”, disse Edson Aparecido. 

“É muito preocupante se tivermos que enfrentar uma 3ª onda”, disse o secretário, que pediu para que as pessoas não relaxem as medidas de distanciamento social, uso de máscaras e álcool em gel.

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