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Cantor Jão relata perseguição a carro: “Achei que a gente fosse capotar”

O artista voltava com a equipe de um show na cidade de Jundiaí quando percebeu que estava sendo seguido

Por Redação VEJA São Paulo 25 jul 2022, 16h14

O cantor Jão disse por meio das redes sociais que sofreu uma perseguição durante a madrugada desta segunda-feira (25) depois de fazer um show na cidade de Jundiaí, no interior de São Paulo.

“Eu sai do palco direto pro carro e vim pra São Paulo. Na metade do caminho, chegando na Marginal mais ou menos, meu motorista e meus amigos, minha equipe, quem tava comigo dentro do carro, a gente notou que tinha outro carro há muito tempo próximo, seguindo a gente. Tava bem grudado”, explicou.

Ao perceber a situação, o motorista mudou de rota. “A gente decidiu desviar a rota da minha casa, para ver se era uma impressão nossa, uma coincidência, e o carro foi atrás. E a gente não sabia, não sei quem tava lá, qual era a intenção de quem tava ali”.

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O cantor de 27 anos ainda falou que via flashs de celular vindos da janela do carro. Foi então que decidiram encostar o carro. “A gente fingiu que ia parar o carro na calçada, e eles grudaram na nossa traseira. Aí foi um momento em que a gente correu muito e tentou achar uma alternativa, um desvio pra gente chegar em casa”, revelou.

“Começou a ficar muito perigoso, porque a gente teve que subir meio feio, cortar quarteirão, atravessar sinal”, contou. “Isso durou uns 30 minutos, e eles achavam a gente o tempo todo, não sei como. O que eu tava com mais medo é que a gente fosse sofrer um acidente, porque toda hora eu achava que a gente fosse capotar.”

Jão contou que eles conseguiram desviar do carro e chegar em casa com segurança, mas fizeram um esquema especial para entrar na residência. Eu nem deveria estar pedindo isso, porque é uma coisa óbvia. Mas, não façam isso, foi perigoso pra mim, pra minha equipe, pras pessoas que estavam lá. Foi perigoso pra vocês que estavam no outro carro. Fora que a gente chegou muito depois do que a gente deveria ter chegado em casa. Depois de um domingo inteiro de trabalho, de uma semana inteira de trabalho. Não façam isso”, finalizou Jão.

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