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Covas: médicos identificam sangramento residual no estômago

Radioterapia foi realizada para controlar a lesão. Prefeito segue internado, sem previsão de alta

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 6 Maio 2021, 18h00 - Publicado em 6 Maio 2021, 17h53

Bruno Covas (PSDB) passou por um procedimento na quarta-feira (5) após os médicos localizarem um sangramento residual no estômago do prefeito. Internado desde o dia 2, Covas foi hospitalizado no Sírio Libanês e chegou a ser intubado e encaminhado para uma UTI.

De acordo com o boletim médico divulgado nesta tarde, uma endoscopia digestiva “evidenciou discreto sangramento residual no estômago. Desta forma, foi iniciado tratamento local com radioterapia para controle deste sangramento”. O quadro clínico do prefeito é estável.

Não há previsão de alta, até o momento. No último final de semana uma úlcera causou um sangramento no estômago do prefeito e o seu quadro de saúde foi considerado grave. Ele chegou a ser intubado, mas foi extubado na terça (4). Em abril, a equipe médica do tucano localizou novos focos de câncer nos ossos e no fígado: em 2019 Covas foi diagnosticado com tumores na região do sistema digestivo.

O prefeito compartilhou o boletim médico no seu Instagram e afirmou : “Estou bem, na companhia da minha família, seguindo com disciplina o tratamento determinado pela minha equipe médica”. De licença da prefeitura, quem comanda a capital é o seu vice, Ricardo Nunes (MDB).

Veja o comunicado na íntegra:

O Prefeito Bruno Covas segue internado em tratamento médico. Na quarta-feira, dia 05, ele foi submetido a novo exame de endoscopia digestiva alta que evidenciou discreto sangramento residual no estômago. Desta forma, foi iniciado tratamento local com radioterapia para controle deste sangramento. O prefeito está recebendo todo suporte clínico necessário e seu quadro clínico é estável.

No momento, não há previsão de alta hospitalar. Ele está sendo acompanhado pelas equipes médicas coordenadas pelo Prof. Dr. David Uip, Dr. Artur Katz, Dr. Tulio Eduardo Flesch Pfiffer, Prof. Dr. Raul Cutait e pelo Prof. Dr. Roberto Kalil Filho.

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