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Bolsonaro pede cassação de registro de Haddad por turnê de Roger Waters

A campanha do PSL alega que, em turnê pelo País, músico pôs em prática 'ostensiva e poderosa propaganda eleitoral negativa' contra Bolsonaro

Por Redação VEJA São Paulo - Atualizado em 27 out 2018, 17h06 - Publicado em 27 out 2018, 17h04

Por Estadão Conteúdo

A campanha de Jair Bolsonaro (PSL) pediu nesta sexta-feira (27) ao Tribunal Superior Eleitoral(TSE) que seja aberta uma investigação para cassar o registro do petista Fernando Haddad – ou até mesmo o diploma, caso o adversário seja eleito –, por conta de um suposto abuso de poder econômico com a realização da turnê do cantor Roger Waters, ex-integrante e um dos fundadores da banda Pink Floyd. O objetivo da ação é também declarar Haddad e sua candidata a vice, Manuela D’Ávila (PCdoB), inelegíveis por um período de oito anos.

A campanha de Bolsonaro alega que, em turnê pelo País, Roger Waters pôs em prática “ostensiva e poderosa propaganda eleitoral negativa” contra Bolsonaro, beneficiando diretamente o adversário petista. O pedido de abertura da ação será analisado pelo corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Jorge Mussi.

Os advogados eleitorais de Bolsonaro destacam que, em show do cantor em São Paulo, foi exibido no telão a mensagem “#elenão”, um gesto definido como “instrumento de campanha negativa” contra Bolsonaro.

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