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O que disseram Bolsonaro e Haddad na hora de votar

Os dois candidatos à Presidência líderes nas pesquisas já foram às urnas nesse domingo (8)

Por Redação VEJA São Paulo 7 out 2018, 11h41

Em sua chegada à escola na Vila Militar, na Zona Oeste do Rio, o candidato do PSL à presidência, Jair Bolsonaro, disse, em meio ao tumulto de jornalistas e cercado por seguranças, que está confiante. Afirmou que no dia 28 – data do segundo turno das eleições – “irá para a praia”, sugerindo, assim, que acredita em vitória no primeiro turno.

O candidato, que tem 41% das intenções de voto na última pesquisa do Ibope, chegou ao local por volta de 8h55. Ele relatou que o momento é de reflexão. “Quem sentar na cadeira presidencial terá muitos problemas. É o momento de sentar e elevar sua alma e pensamento a Deus”, afirmou.

Haddad votou na Brazilian International School, em São Paulo ROBERTO CASIMIRO/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO/Veja SP

Haddad

Após tomar um café da manhã com aliados em São Bernardo do Campo o candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, se disse confiante em um segundo turno e afirmou que ficará “mais fácil” para o eleitor escolher na segunda etapa, em referência ao líder nas pesquisas, Jair Bolsonaro (PSL). Ele votou na manhã deste domingo (7) em uma escola no bairro de Indianópolis. Houve protestos e gritos de apoio.

Com 25% das intenções de voto, ele ainda criticou o presidenciável do PSL por ele ter dito que não ligaria para um adversário em caso de derrota. Haddad afirmou que nunca teria uma atitude como a de Bolsonaro. “Quem não coloca o povo acima das suas pretensões pessoais é que tem esse tipo de atitude. Para mim, a vontade popular tem que ser acima de tudo.” Ele se disse um democrata “desde que nasci” e que vai celebrar a vontade popular, independentemente de derrota ou vitória.

O presidenciável petista disse ainda que a eleição não será definida pelos índices de rejeição. Bolsonaro e ele são os candidatos mais rejeitados pelo eleitor, conforme as pesquisas eleitorais, cenário classificado como “natural” por Haddad.

Sobre o avanço de Bolsonaro na reta final, o petista creditou o resultado à falta de exposição do adversário. “Tem gente que não quer que tenha segundo turno para que não tenha comparação. É mais fácil ganhar eleição sem se expor. A exposição, às vezes, prejudica um candidato que não tem proposta.” 

(Com Estadão Conteúdo)

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