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Após polêmica, Bolsonaro explica conversa no WhatsApp com filho

Trechos do diálogo chamaram a atenção e levantaram suspeitas na internet

Por Redação VEJA São Paulo - 9 Feb 2017, 21h15

No último dia 2, o fotógrafo Lula Marques flagrou uma conversa do deputado Jair Bolsonaro com o filho Eduardo no WhatsApp. O diálogo fazia referência à ausência dele na votação para a presidência da Câmara. O pai era candidato, não recebeu o voto do filho e foi derrotado.

Trechos como “eu não vou te visitar na Papuda” e “se a imprensa te descobrir aí, e o que está fazendo, vão comer seu fígado e o meu. Retorne imediatamente”, chamaram a atenção nas redes sociais e levantaram suspeitas sobre a relação dos dois. Há também menção a Renan, irmão mais novo dos Bolsonaro.

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Hoje, ele publicou um vídeo para dar sua versão da polêmica conversa. Segundo ele, Eduardo estava na Austrália e teria tentando antes, nos Estados Unidos, trazer um fuzil na bagagem de volta. “Quando estava nos Estados Unidos, ele disse que ia comprar um fuzil (…) como desabafo, eu falei: ‘continue comprando besteira aí que eu não vou te visitar na Papuda”, disse. Eduardo acrescentou que o ‘vacilo’ foi dele e fez coro às acusações de desrespeito à privacidade

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