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Após câmeras em uniforme, 18 batalhões da PM não registram mortes em junho

As mesmas unidades registraram 19 óbitos em confrontos no mês de maio

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 13 jul 2021, 13h09 - Publicado em 13 jul 2021, 12h35

O número de mortes em ações policiais caiu para zero em junho nos 18 batalhões da Polícia Militar que adotaram câmeras no uniforme. Autoridades das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar, a Rota, que começaram a usar as câmeras em maio deste ano, também não registraram letalidade no mês subsequente à adoção da tecnologia. 

Em maio, foram registrados 19 óbitos nesses mesmos batalhões da PM. Doze deles atuam na cidade de São Paulo, divididos entre áreas de atuação em todas as regiões da capital: Centro, Zona Norte, Zona Leste, Zona Oeste e Zona Sul. 

Outros batalhões que não registraram morte no mês de junho no estado de São Paulo são os de Guarulhos, Campinas, Santos, São Bernardo do Campo, São José dos Campos e Sumaré. 

De acordo com a PM, as câmeras são controladas remotamente e não podem ser desligadas pelos policiais. Com ela, comandantes podem fazer acompanhamentos em tempo real, mesmo à distância, e a corporação acredita que o equipamento estimula a adoção de boas condutas, além de trazer maior transparência. 

A tecnologia é chamada de câmera operacional portátil, sigla COP. Ela foi usada pela primeira vez em agosto de 2020, na capital, e o governo estadual visa adquirir mais 7 000 unidades do item até o fim do ano. 

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