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Como funcionavam as antigas caixas de depósito noturno do centro

Esses compartimentos eram utilizados no século passado pelos donos de comércios da região

Por Mariani Campos - Atualizado em 6 mar 2020, 15h16 - Publicado em 6 mar 2020, 06h00

Esquecida no tempo, a caixa encravada na fachada do Edifício Banco de São Paulo, na Praça Antonio Prado, chama a atenção dos olhares mais curiosos. Trata-se de um compartimento para depósitos noturnos, que era utilizado no século passado principalmente pelos donos de comércios que ficavam abertos muito depois do horário das agências bancárias.

Na posse de uma chave cedida pelo banco, o cliente colocava o dinheiro, devidamente guardado em uma sacola, na caixa. Quando fechada, um fundo falso se abria e a sacola escorregava para dentro do banco, para que a quantia fosse depositada na respectiva conta no dia seguinte. Atual sede da Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude do Estado, o prédio que guarda essa relíquia foi inaugurado em 1938. Às segundas, visitas guiadas e gratuitas (reservas pelo e-mail visitabsp@gmail.com) apresentam outros detalhes da história do local, que é tombado.

Edifício Banco de São Paulo Alexandre Battibugli/Veja SP

Publicado em VEJA SÃO PAULO de 11 de março de 2020, edição nº 2677.

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