Após campanha, família reencontra bengala perdida no Villa Lobos

História teve um final feliz e a bengalinha foi deixada hoje (11) em um food truck que funciona no local

A pequena Yasmin, de 5 anos de idade, sofre de paralisia cerebral. Por conta da doença, ela usa um par de bengalas para se locomover. A família acabou esquecendo uma delas no Parque Villa Lobos, no dia 26 do mês passado, e começou uma campanha virtual para encontrar o objeto.

Neste sábado (11), a história teve um final feliz e a bengalinha foi deixada em um food truck que funciona no local.

A fisioterapeuta da menina gravou um vídeo de agradecimento para anunciar a novidade. Como o departamento de achados e perdidos está fechado, eles vão buscá-la no domingo (12).

Confira:

Yasmin nasceu prematura de 27 semanas e teve como sequela a Leucomalácia periventricular, uma lesão cerebral causada por falta de oxigenação. Ao contrário de boa parte dos casos da doença, ela não é teve paralisia, e sim uma rigidez muscular com resposta e equilíbrio inadequados.

A bengala é essencial no processo de reabilitação da pequena, que passou por uma cirurgia em julho do ano passado.

Segunda bengala de Yasmin: devolvida depois de quase duas semanas

Segunda bengala de Yasmin: devolvida depois de quase duas semanas (Reprodução/Facebook/Veja SP)

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  1. Luciano Rodrigues

    Que linda de viver ela, sempre passeio com minha Larinha no Villa

    Que Deus abençoe ela sempre \o/

  2. Marcio Krakauer

    A Pessoa que fez o Vídeo e o Agradecimento não é a mãe da Menina, é Regiane Krakauer Kuhn, Fisioterapeuta dela, especializada em Paralisia cerebral, há mais de 30 anos.

  3. Jaqueline Souza

    Bom dia Eu imagino a angústia dessa mãe em achar essa bengalinha tão vital para a vida social de sua pequena Yasmin…. Graças a Deus que devolveram , eu estava torcendo por isso. Só queria ressaltar aos editores pra usar um termo mais…Suave trocar a palavra sofre por é portadora por exemplo ..Digo isso que assim como a Yasmim eu tbm tive uma paralisia cerebral quando nasci , leve , mas tive e certos termos não nos caem pois possui um sentido pejorativos , mesmo não sendo a intenção do autor do texto.

  4. No vídeo quem agradece é a Fisioterapeuta Regiane Krakauer Kuhn e não a mãe da Yasmin.