Jovem relata ter sido agredida e assediada por dono de balada

Proprietário do Rex Club afirma que apenas passou um "xaveco sem maldade"

Uma mulher relatou via Facebook ter sido assediada e agredida fisicamente pelo dono da casa noturna Rex Club, localizada no bairro da República. O empresário Cássio Machado, de 55 anos, nega as acusações.

O caso, segundo Ananda Oliveira, ocorreu na manhã de quarta-feira (25). De acordo com o relato, Machado estava alcoolizado, a puxou pelo braço e perguntou seu nome, o que foi ignorado.

Pouco depois, quando a moça conversava com um amigo, o acusado teria voltado a assediá-la e puxou seu cabelo, tentando beijá-la a força.

Uma hora ou outra [ele] ia na entrada onde minha amiga estava trabalhando e num desses momentos esse senhor chega PUXANDO meu cabelo, num ato totalmente agressivo e tenta me virar para me beijar. Na hora eu o empurrei e consegui afastá-lo“, conta.

A jovem diz ainda que seguranças e frequentadores viram as agressões, mas nada fizeram. “Eu nunca na minha vida me senti tão envergonhada, enojada, humilhada, não tenho termos para descrever o que eu senti no momento“. Ela diz ter registrado um boletim de ocorrência contra o acusado.

A VEJA SÃO PAULO, o empresário Cássio Machado rebateu as imputações e afirmou que tudo não passou de “um xaveco bem bobo e inocente”.

“Tenho 55 anos e uma namorada, serei pai de gêmeos daqui alguns meses e não fiz nada disso. O máximo que falei foi ‘pô, como você é bonita’. Nada mais do que isso. Nem peguei no cabelo. Pelo que ela conta, parece que foi um estupro e eu sou um tarado. Nem deselegante eu fui. Tudo não passou de um xaveco sem maldade”, conta.

Agora, Machado assegura que vai procurar um advogado para se defender: “Sou vítima de acusações graves, vou provar minha inocência e tomarei as medidas necessárias”.

Confira a íntegra da postagem Ananda:

A reportagem tentou contatar a moça, mas até a publicação desta matéria ela não havia respondido.

Após ser procurada, a Rex Club postou no Facebook um texto afirmando que repudia qualquer tipo de discriminação:

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  1. Que matéria estúpida e sensacionalista. Isso é que é falta de pauta; falta ética ao jornalista ao reverberar um post de rede social escrito por uma suposta “vítima” a qual nem ao menos ouviu a versão. Além do mais confunde o empresário e ataca a casa noturna. Artigo é uma aula de péssimo jornalismo…