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A opinião do leitor

Cartas da edição 2523

Por Redação VEJA São Paulo - 31 mar 2017, 18h10

UBER
Sou motorista do aplicativo há onze meses e meu lucro diário gira em torno de 50 reais (“Vida dura no Uber”, 29 de março). No bruto, faço uns 220 reais. A reportagem retrata a realidade que enfrentamos nas ruas. Leonardo Oliveira, via Facebook

O texto não demonstrou a importância do Uber para as grandes cidades, sobretudo para São Paulo. Com a grave crise que atravessamos, a empresa auxiliou milhares de desempregados, que passaram a ter um salário com o serviço. Douglas Jorge

Tive algumas experiências infelizes, como motoristas que se atrasavam demais ou se perdiam ao longo do caminho, mesmo usando o Waze. Desisti de procurar os cadastrados da companhia. Voltei a utilizar táxis comuns e meus aborrecimentos com esse assunto desapareceram. Maria Ana Borges

WHATSAPP
A ideia é muito bacana, mas escancara a situação na qual nos encontramos (“Zapzap da segurança”, 29 de março). Pagamos impostos para ter proteção, mas precisamos cuidar disso por conta própria. Adriana Dadario, via Facebook

Tínhamos um grupo aqui na minha rua, mas não deu muito certo. Com o tempo, os integrantes começaram a postar piadas e correntes. Perdeu-se o foco. Suely Barcellos, via Facebook

TELEMARKETING
As operadoras ligam à noite, nos fins de semana e insistem, mesmo quando dizemos que não estamos interessados (“Famosos na linha”, 29 de março). Muitas vezes, não compramos de raiva. Yolanda Tiosso Martins, via Facebook

PERSONAL TRAINER
Marcio Lui tem esse sucesso porque, além de ser um grande profissional, é muito do bem (“O campeão de treinos”, 29 de março). É o melhor porque merece. Cristiane Duarte Werny, via Facebook

AMPARA ANIMAL
Parabéns a Juliana Camargo e a todos os protetores, que fazem de cada adoção um motor propulsor para a continuidade de seu trabalho (“Organização estrelada”, 29 de março). Márcia Vieira Ferraz, via Facebook

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