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Vida Boa Por Bárbara Öberg A repórter Bárbara Öberg fala sobre bem estar, exercícios, saúde e novidades para melhorar a rotina.

Além da beleza, maquiagem pode ter papel social

Ricardo dos Anjos, consultor expert da Boticário, lembra que cosméticos podem desenvolver a autonomia e a autoafirmação

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 5 fev 2020, 14h13 - Publicado em 20 abr 2018, 06h00

A maquiagem pode ter vários propósitos: uma festa, um encontro ou uma reunião importante. Sempre nos esquecemos, porém, do papel social que ela tem: empoderar. Ao cobrirem uma espinha em um adolescente que sofre bullying ou esconderem uma mancha ou uma cicatriz, os utensílios de beleza viram ferramentas que desenvolvem a autonomia e a autoafirmação.

“Uma cliente estava passando por quimioterapia e perdeu todos os pelos do rosto, como as sobrancelhas”, lembra Ricardo dos Anjos, consultor expert da Boticário. “Reproduzi os fios com maquiagem e ela se sentiu confiante para sair de casa de novo. Esse é um bom exemplo do papel social do mercado de beleza.”

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