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Tarantino fora da disputa e outras surpresas do Oscar

Ontem fiz um post pedindo um Oscar para Leonardo DiCaprio por causa de sua estupenda atuação em Django Livre. Falei que o ator era um dos mais esnobados pela Academia de Hollywood e, dito e feito, mais uma fez DiCaprio ficou fora da competição. As indicações trouxeram surpresas – e não foram poucas. Além de […]

Por Miguel Barbieri Jr. Atualizado em 27 fev 2017, 11h38 - Publicado em 10 jan 2013, 12h37

Ontem fiz um post pedindo um Oscar para Leonardo DiCaprio por causa de sua estupenda atuação em Django Livre. Falei que o ator era um dos mais esnobados pela Academia de Hollywood e, dito e feito, mais uma fez DiCaprio ficou fora da competição. As indicações trouxeram surpresas – e não foram poucas. Além de ignorar DiCaprio, como puderam “esquecer” de Quentin Tarantino, que dá um show de direção em Django Livre? E ainda falando deste filme, que estreia em 18 de janeiro, Christoph Waltz, indicado a melhor ator coadjuvante, tem uma interpretação excelente, mas… ele é o protagonista de Django Livre (!!), ao lado de Jamie Foxx.

Me surpreendeu muito também as cinco indicações ao drama Amor, que também estreia dia 18. Tinha 100% de certeza que ele emplacaria uma vaga no Oscar de melhor filme estrangeiro. Foi além: concorre ainda a melhor filme (junto de outros oito), direção (para o magistral Michael Haneke, de A Fita Branca), roteiro original e atriz, para Emmanuelle Riva (foto abaixo), que completará 86 anos em 24 de fevereiro, justamente a data da entrega do Oscar. Ainda não vi Amor e, certamente, farei um post para dar minha opinião.

Mais surpresas: melhor atriz para a menina Quvenzhané Wallis (foto abaixo), protagonista de Indomável Sonhadora, que tornou-se a mais jovem indicada ao prêmio, com apenas 9 anos de idade. Quem também concorre pelo mesmo filme é o diretor Benh Zeitlin, um estreante em longa-metragem, que “roubou” a vaga de Quentin Tarantino ou de Kathryn Bigelow, muito cotada por A Hora Mais Escura.

Adorei ver Piratas Pirados! entre os indicados a melhor animação, já que foi um dos meus desenhos preferidos de 2012, embora Detona Ralph seja igualmente delicioso (meu coração vai balançar na hora de anunciar o vencedor). Além das ausências já citadas, faltou uma importantíssima: Intocáveis, o filme francês que o público, inclusive brasileiro, amou, não vai concorrer ao Oscar. Uns ganham, outros perdem e assim segue a vida.

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