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Duelo de titãs nos cinemas: Daniel Day-Lewis X Joaquin Phoenix

O duelo de titãs começa na sexta. Quem vence a parada – ou melhor, quem leva Oscar de melhor ator? Joaquin Phoenix por O Mestre ou Daniel Day-Lewis pelo papel-título de Lincoln? Acredito que os outros indicados, Hugh Jackman (de Os Miseráveis, com lançamento dia 1º), Bradley Cooper (de O Lado Bom da Vida, também dia […]

Por Miguel Barbieri Jr. Atualizado em 27 fev 2017, 12h54 - Publicado em 24 jan 2013, 17h53

O duelo de titãs começa na sexta. Quem vence a parada – ou melhor, quem leva Oscar de melhor ator? Joaquin Phoenix por O Mestre ou Daniel Day-Lewis pelo papel-título de Lincoln? Acredito que os outros indicados, Hugh Jackman (de Os Miseráveis, com lançamento dia 1º), Bradley Cooper (de O Lado Bom da Vida, também dia 1º) e Denzel Washington (de O Voo, que estreia dia 8 de fevereiro) não têm muitas chances. O troféu deve mesmo ficar com Day-Lewis ou Phoenix.

Phoenix (acima), de 38 anos, teve duas indicações anteriores: melhor ator por Johnny & June (em 2006) e coadjuvante por Gladiador (em 2001). Por O Mestre, levou o prêmio no prestigiado Festival de Veneza e o da associação dos críticos de Los Angeles. Sua interpretação é tão intensa quanto o personagem, um veterano de guerra alcoólatra que não encontra a paz interior. Entre ele e Day-Lewis, meu voto seria de Phoenix – sua atuação é menos calculada e mais visceral.

Tudo indica, porém, que o inglês Day-Lewis (acima), de 56 anos, leva seu terceiro Oscar para casa. Antes, ganhou pelas arrebatadoras performances em Meu Pé Esquerdo (1989) e Sangue Negro (2007). Além de um papel importantíssimo (o do presidente americano Abraham Lincoln), o astro já foi premiado pelas associações de críticos de Boston, Las Vegas, Nova York, San Diego e Washington, além de faturar o Globo de Ouro.

A prova dos nove, você pode tirar nos cinemas. Aviso de antemão que tanto Lincoln quanto O Mestre são longos e não muito “fáceis”. Lincoln resume um episódio da história americana (a abolição da escravatura) por meio de diálogos às vezes exaustivos. O Mestre, embora tenha uma história mais atraente, tem um tema duro e um desenrolar de trama sem concessões. Nos dois casos, contudo, brilham os premiados atores.

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