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Terraço Paulistano Notas exclusivas sobre artistas, políticos, atletas, modelos, empresários e pessoas de outras áreas que são destaque na cidade. Por Humberto Abdo.

Sapateira inaugura loja com primeiros calçados antivirais do país

Com fábrica em Belo Horizonte, Virgínia Barros criou coleção de peças cujo tecido "anula" vírus e bactérias, incluindo o novo coronavírus

Por Humberto Abdo - Atualizado em 20 ago 2020, 12h37 - Publicado em 21 ago 2020, 06h00

Com a inauguração de sua primeira loja em São Paulo, a sapateira gaúcha Virgínia Barros, 45, acaba de lançar uma nova coleção de calçados antivirais, novidade no país. O material, feito com fios de poliamida, inativa diversos vírus e bactérias, incluindo o novo coronavírus, e faz com que não sejam transferidos para outras superfícies. Produzidas a mão em Belo Horizonte, as peças incluem estolas, máscaras e sapatos, que custam entre 259 e 359 reais. Antes da pandemia, Virgínia também havia lançado a coleção O que nós, mulheres, queremos?, com uma proposta inusitada. “É como um manifesto feminista, pensando no fetiche do sapato scarpin criado pelos homens e herdado pelas mulheres”, descreve. “Pensando nisso, desenhei calçados com formas femininas, inspiradas em vulvas (foto) e com camadas de veludo, que reforçam essa noção sensorial e a ideia de aconchego, de intimidade.”

Sapato Simone de Beauvoir, com camadas de veludo que remetem à sexualidade feminina. Divulgação/Divulgação
Sapato remete a formas femininas, inspirado em vulvas. Instagram/Reprodução
Sapato da linha O que nós, mulheres, queremos? Instagram/Reprodução

 

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Bota antiviral permanente. A partir de 20/08. #sapatofeitoamao #antiviral // Foto @dom_aguiar modelo @larissaisouza

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Publicado em VEJA SÃO PAULO de 26 de agosto de 2020, edição nº 2701.

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