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Humberto Abdo (Maria Carolina Matheus da Silva) Terraço Paulistano Notas exclusivas sobre artistas, políticos, atletas, modelos, empresários e pessoas de outras áreas que são destaque na cidade. Por Humberto Abdo.

Após prisão, “doutor selfie” processa o governo para receber salário

O delegado do Grupo de Operações Especiais (GOE) foi afastado do cargo no ano passado

Por Ana Carolina Soares 22 mar 2019, 06h00

Conhecido como “doutor selfie” por causa dos carões nas redes sociais, o delegado afastado do Grupo de Operações Especiais (GOE) Rodrigo Castro processa o governo do estado para receber seu salário de 11 074 reais. Ele foi preso em outubro do ano passado ao fazer a escolta de um empresário que levava o equivalente a 14 milhões de reais em notas falsas de dólar. Acabou solto em dezembro e responde a processo em liberdade.

Há uma lei estadual que suspende o pagamento de policiais civis presos. Mas a Constituição Federal proíbe a prática, porque ela equivale a uma condenação sumária. Segundo informações da assessoria da Secretaria de Segurança Pública, em novembro, uma liminar restabeleceu os pagamentos e, no último dia 6, o governo apelou da decisão. No meio da batalha, o “doutor selfie” apagou suas redes sociais. Procurado pela reportagem, não quis dar declarações.

Publicado em VEJA SÃO PAULO de 27 de março de 2019, edição nº 2627.

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