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Professora de escola pública vende peças de cerâmica pintadas à mão

Educadora na Zona Norte, Cecília tem deficiência auditiva, mas mantém aulas em salas regulares: "Com crianças sempre há empatia."

Por Humberto Abdo - Atualizado em 19 Jun 2020, 14h10 - Publicado em 19 Jun 2020, 06h00

Com as aulas interrompidas desde março, a professora Cecília Batista Figueiredo, 54, moradora no Jardim São Paulo, passou a vender peças de cerâmica, que já pintava por hobby, pela internet, na página Cerâmicas da Cecília. “Gosto do estilo português, talvez pela minha descendência”, acredita. Cecília tem deficiência auditiva desde criança, mas trabalha com salas regulares do ensino fundamental. “Nas aulas, peço para falarem olhando para mim e tento ler os lábios”, explica. “Com crianças sempre há empatia. Hoje sinto falta das risadas e até das bagunças.”

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Publicado em VEJA SÃO PAULO de 24 de junho de 2020, edição nº 2692.

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