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Polícia faz força tarefa para coibir torcidas organizadas

Foi assinada na segunda (11) uma força tarefa entre os delegados Osvaldo Nico Gonçalves, do Departamento de Captura e Delegacias Especializadas (Decade) e Elisabete Sato, do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). Eles farão um plantão permanente nos dias de jogos de times que têm torcidas organizadas. A nova regra vale […]

Por VEJA SÃO PAULO Atualizado em 26 fev 2017, 13h23 - Publicado em 12 abr 2016, 09h18
Torcedores presos após briga no entorno do Pacaembu (Divulgação)

Torcedores presos após briga no entorno do Pacaembu (Divulgação)

Foi assinada na segunda (11) uma força tarefa entre os delegados Osvaldo Nico Gonçalves, do Departamento de Captura e Delegacias Especializadas (Decade) e Elisabete Sato, do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). Eles farão um plantão permanente nos dias de jogos de times que têm torcidas organizadas. A nova regra vale apenas para partidas na capital. Nessa ocasiões, o plantão conjunto será na Delegacia de Polícia de Repressão aos Delitos de Intolerância Esportiva.

+ Morto em briga de torcidas não gostava de futebol

Essa medida visa a coibir ações de criminosos infiltrados em torcidas organizadas, a exemplo do que aconteceu no dia 3 de abril. Naquele dia, integrantes da Mancha Alvi Verde, do Palmeiras, e Gaviões da Fiel, do Corinthians, marcaram encontro para brigar. Dezenas de torcedores se encontraram na estação de trem São Miguel Paulista, na Zona Leste, onde destruíram vagões (o prejuízo, segundo o Metrô, foi de 19 000 reais). Um homem que estava no local – e não tinha nada a ver com as organizações – morreu. O jogo entre Corinthians e Palmeiras havia ocorrido quilômetros de distância dali, no estádio do Pacaembu.

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