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Pedro Bial: “As redes sociais precisam se reformular”

O apresentador cortou para uma hora o tempo que gasta no Instagram por dia

Por Ana Carolina Soares - 29 mar 2019, 06h00

“As redes sociais precisam se reformular. Por meio delas, vivemos uma distopia pautada por extremismos. Tornaram-se uma bolha de rejeição”, diz o jornalista Pedro Bial, 60. Recentemente, ao perceber que passava muito tempo no Instagram, ele reduziu a frequência por lá para no máximo uma hora por dia. Já o WhatsApp, usa direto para trabalhar. Apesar do distanciamento, o apresentador foi escolhido para ser o embaixador da Crodity, uma startup de lojas virtuais. “É sempre saudável questionar e propor mudanças”, acredita. A nova temporada de Conversa com Bial chega em abril, enfocando também o atual cenário político, sobre o qual o global comenta: “Precisava mesmo mudar, mas não sei se está indo para um rumo interessante”.

Que livro está lendo? A Bíblia, para entrevistar Frederico Lourenço, que traduziu a obra do grego.

Qual causa abraça? Ajudo várias entidades ligadas à educação, mas não revelo quais são nem sob tortura.

Publicado em VEJA SÃO PAULO de 03 de abril de 2019, edição nº 2628.

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