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Pandemia gerou ‘boom’ de traições na capital, afirma detetive particular

Daniele Martins relata que hoje em dia leva mais tempo para concluir investigações; no tempo livre da quarentena, ela abriu delivery de pizza de sucesso

Por Humberto Abdo Atualizado em 8 jul 2021, 22h03 - Publicado em 9 jul 2021, 06h00

Especialista em desvendar “puladas de cerca” em São Paulo, a detetive particular Daniele Martins, 35, notou aumento nos casos de traição durante a pandemia. “Teve uma época em que todo mundo achava que ia morrer e decidiu trair”, acredita. Hoje a paulistana cobra 16 000 reais por quinze dias de trabalho e a rotina de investigação, que antes durava menos de uma semana para cada caso, agora leva pelo menos dez dias.

Em compensação, o contato direto com os dramas e desabafos de clientes diminuiu com o distanciamento social. “Às vezes ainda tenho que dar uma de psicóloga, mas a maioria volta (ao relacionamento). Eu falo para seguir o coração porque não sei o que faria se fosse traída. Eu nunca fui… Não que eu saiba”, diverte-se. Com o tempo livre da quarentena, Daniele até virou pizzaiola e decidiu abrir a Rapizza, delivery criado com mais dois sócios. Queridinha de famosos, já conquistou clientes como Nany People, Suzy Rêgo e Renata Banhara. “Não ficamos milionários, mas já dá para dizer que estamos ricos de pizza.”

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Publicado em VEJA São Paulo de 14 de julho de 2021, edição nº 2746

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