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Em turno de doze horas, bombeira é uma das heroínas de desabamento

Maria Devanir de Brito Velloso se mostra uma das trinta mulheres que trabalham no resgate às vítimas Largo do Paissandu

Por Ana Carolina Soares - Atualizado em 5 fev 2020, 14h09 - Publicado em 11 Maio 2018, 06h00

Dos mais de 200 bombeiros que passaram pelo trabalho de resgate às vítimas do desabamento no Largo do Paissandu, aproximadamente trinta são mulheres. Maria Devanir de Brito Velloso, de 47 anos (27 deles na instituição), é apontada pela corporação como uma dessas heroínas.

Em turnos de doze horas, ela encara um trabalho braçal nos escombros. “Por ser mulher, não posso ser mais fraca e virar um ‘peso’. Por isso faço o mesmo esforço físico de meus colegas”, diz. “Apesar do cenário adverso, tenho esperança de encontrar alguém com vida”, afirma.

Maria Devanir de Brito Velloso: turno de doze horas nos escombros do Paissandu João Bertholini/Veja SP
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