Mais de 300 pessoas disputam vaga para garçom no Blue Note

Com diferentes formações acadêmicas, os candidatos passam pelo crivo de Gisele Gutierrez

Mais de 300 candidatos das mais diversas profissões, como psicólogos, publicitários, jornalistas e arquitetos — todos com diploma e alguns cursando mestrado —, submeteram-se a um processo de seleção de dois meses, que terminou nesta semana. A disputada peneira dizia respeito a 37 vagas para trabalhar como garçom, assistente e bartender do Blue Note, recém-inaugurada casa de jazz no Conjunto Nacional. O salário? Por volta dos 4 000 reais. “Não apenas por causa da crise, mas os concorrentes, na faixa dos 30 anos, sonham com um emprego que proporcione diversão e qualidade de vida. Desejam isso mais do que uma carreira corporativa”, acredita Gisele Gutierrez, 50, gerente operacional do estabelecimento. Formada em artes cênicas, ela se dedica ao setor há 25 anos. Trabalhou no grupo de casas do Bar Brahma por quase duas décadas. “Uma vez que encostamos a barriga no balcão, nós nos viciamos”, diz.

Publicado em VEJA SÃO PAULO de 1º de maio de 2019, edição nº 2632.

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