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Terraço Paulistano Notas exclusivas sobre artistas, políticos, atletas, modelos, empresários e pessoas de outras áreas que são destaque na cidade. Por Humberto Abdo.

Feira do Livro Miguel de Cervantes reúne autores nacionais e espanhóis em versão on-line

Evento ocorre até 29 de maio com tema 'por uma literatura mais plural' e programação composta por mais de 40 escritores

Por Humberto Abdo Atualizado em 27 Maio 2021, 15h51 - Publicado em 27 Maio 2021, 15h47

Mais de 40 autores nacionais e espanhóis participam da 37ª edição da Feira do Livro do Colégio Miguel de Cervantes, com encontros e rodas de conversa abertos ao público.

Criada em 1983, a feira ocorre pela primeira vez em formato digital e terá nomes como Bernardo Carvalho, vencedor dos prêmios Oceanos e Jabuti de Romance Literário, que participa da abertura com uma conversa sobre o novo livro Nove Noites, dedicado a uma investigação a respeito do misterioso suicídio de um antropólogo americano.

No catálogo de livros à venda nesta edição, a bibliotecária Rosana Francioli, uma das organizadoras, destaca a edição em quadrinhos de 1984, romance distópico de George Orwell, e o best seller Sapiens: Uma breve história da humanidade, do historiador israelense Yuval Noah Harari — o título também terá uma palestra on-line no sábado (29), às 11h.

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“Fizemos uma curadoria a partir de lançamentos, novos autores e leituras de acordo com os conteúdos e gêneros estudados em cada série do colégio”, explica Rosana. “No ano passado senti que tivemos que se reinventar muito. Eu estava em casa sem o acervo físico e sem contato direto com professores e alunos, sabendo que eles precisavam de informações e conteúdo… Somos em três na biblioteca e passamos a fazer contações de histórias, áudios de algumas narrativas e desafios digitais literários.”

Com a experiência de ensino virtual, Rosana vê na feira do livro uma maneira de retomar o contato com a literatura após mais de um ano sem o evento. “Até comecei a participar de um clube de leitura virtual, comprei um Kindle e não foi tão ruim quanto imaginava”, admira-se. “Ainda escolho títulos físicos, não desapeguei completamente, mas ainda prefiro o livro impresso. Internamente, nós e os professores trocamos muitos títulos e gostamos de emprestá-los grifados… Isso muda a maneira como você passa a ler.”

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