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Condenado por abuso sexual, Eugênio Chipkevitch quer cumprir pena em casa

O pediatra, condenado por abusar de seus pacientes, alega que é grupo de risco de contágio pelo coronavírus

Por Sérgio Quintella Atualizado em 24 abr 2020, 13h07 - Publicado em 24 abr 2020, 06h00

Condenado em 2004 a 114 anos de prisão por abusar sexualmente de pacientes com idade entre 8 e 13 anos, o pediatra Eugênio Chipkevitch, 65, quer deixar a cadeia em Sorocaba para cumprir pena em casa. A alegação da defesa é que ele faz parte do grupo de risco de contágio pelo coronavírus. No despacho, o desembargador Ricardo Tucunduva afirmou que Chipkevitch não está suscetível à doença e que no presídio não há nenhum infectado. “O magistrado assume uma postura arrogante e perigosa, passa a ser responsável pela vida de um homem que poderia e deveria estar em casa”, diz o advogado Roberto Podval.

Publicado em VEJA SÃO PAULO de 29 de abril de 2020, edição nº 2684.

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