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Orgasmos “supra-humanos”, hologramas e outros avanços no sexo do futuro

Cientistas dizem também que as pessoas poderão alterar sua anatomia e biologia para melhorar a "performance"

Por Redação VEJA São Paulo - 20 Dec 2019, 12h23

Capacetes cheio de sensores, hologramas, robôs e até um “orgasmo supra-humano”! O futuro do sexo parece bem animado, segundo o estudo recém-lançado da Isobar, agência de transformação digital.

A pesquisa “Amor & Sexo na Era Digital” também analisou cinco aplicativos de encontros (Grindr, Happn, OkCupid, ParPerfeito e Tinder) e quatro sites pornográficos (Pornhub, RedTube, XVideos e YouPorn). Concluíram que a maior parte dos usuários entra nesses aplicativos para “diversão”. Encontrar um grande amor aparece só lá em quarto lugar. E, claro, o celular ainda vai longe como ferramenta fundamental de paquera.

Outra curiosidade detectada são as engenhocas. Um dos lançamentos recentes na pornografia é um capacete equipado com sete câmeras e microfones. Os atores pornôs se filmam durante a “performance” e, ao assistir, o espectador (ou espectadora) tem a impressão de estar em cena.

Os cientistas dizem inclusive que as pessoas poderão facilmente alterar sua anatomia e biologia, fundir-se às máquinas e fazer um sexo supra-humano (uau!). Esse cenário que parece enredo de Striking Vipers (foto), episódio da mais recente temporada da série futurista Black Mirror, da Netflix, tornaria-se realidade logo ali, em 2027. Humm… Mas será mesmo? E principalmente: será que isso seria bom?

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