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Miss Bumbum diz que não transou nem bebeu para passar em medicina

Erika Canela, modelo que tem Trump e Bolsonaro tatuados nas costas, conta que passou por causa de estudo e promessa e fará o curso a partir de fevereiro

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 10 set 2019, 15h50 - Publicado em 10 set 2019, 15h48

Vencedora da faixa de Miss Bumbum em 2016, a modelo Erika Canela ganhou fama no ano passado por conta de duas tatuagens. Ela estampou o rosto com biquinho de Donald Trump na nuca e uma caricatura de Jair Bolsonaro (fazendo “arminha”) nas costas. Por causa da polarização política, ela perdeu alguns trabalhos e recebeu inúmeros xingamentos em redes sociais em 2018, mas a situação se normalizou agora. “Um dos meus objetivos de vida é mostrar essa tatuagem para nosso presidente, mas ainda não tive a oportunidade”, diz Erika.

Bolsonaro com “arminha”: detalhe da tattoo que a modelo estampa nas costas Divulgação/Veja SP

Mas neste mês, a modelo realizou um sonho de infância: passou no vestibular em medicina. A partir de fevereiro, ela vai se mudar para Dracena, a 630 quilômetros da capital, para fazer o curso na Unifadra. “Fiz voto de castidade e de não beber álcool até passar”, declarou ela, que ficou oito meses sem ter relações sexuais. Ao longo deste ano, ela passou meses se dedicando aos estudos. “Escolhi a medicina, porque prefiro curar a ser curada. Vim ao mundo para fazer a diferença na vida de outras pessoas. Não quero ser só uma planta no mundo”, filosofa.

Em tempo: Erika diz ter orgulho das tatuagens e pretende desfilar com elas pelo campus.

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