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2 perguntas essenciais para fumantes que desejam abandonar o vício

O médico Daniel Deheinzelin, pneumologista do Hospital Sírio-Libanês, responde: 1- Sou fumante, que riscos estou correndo? Homens que fumam vivem 12 anos a menos dos que não fumam. As mulheres fumantes vivem 11 anos a menos . Pouco mais de um terço dos fumantes vai morrer de câncer, um terço vai morrer de doenças cardiovasculares […]

Por VEJA SP Atualizado em 26 fev 2017, 11h34 - Publicado em 8 jun 2016, 17h25

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O médico Daniel Deheinzelin, pneumologista do Hospital Sírio-Libanês, responde:

1- Sou fumante, que riscos estou correndo?
Homens que fumam vivem 12 anos a menos dos que não fumam. As mulheres fumantes vivem 11 anos a menos . Pouco mais de um terço dos fumantes vai morrer de câncer, um terço vai morrer de doenças cardiovasculares e o outro terço de doenças pulmonares. Isso sem contar o maior risco de infecções, de doenças gastrointestinais e mesmo de tuberculose. O cigarro afeta todos os órgãos e sistemas do corpo humano. De fato o mal vai até a raiz dos cabelos. A estimativa é de que nesse século um bilhão de pessoas vai morrer por causa de cigarro.

2- Como posso parar com o cigarro?
Cigarro causa dependência química por causa da nicotina e dependência comportamental. Para que a cessação seja bem sucedida os dois aspectos devem ser tratados. Para a dependência química pelo menos 3 tratamentos diferentes, a saber: reposição de nicotina, bupropiona e vareniclina são eficientes. Para o lado comportamental, aprender a conhecer os hábitos associados ao fumar, como por exemplo dirigir, estar na frente do computador, fumar depois do café, é fundamental para promover a ruptura. Lembrar que o tratamento visa só interromper o tabagismo e não mudar de vida.

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