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São Paulo nas Alturas Por Raul Juste Lores Redator-chefe de Veja São Paulo, é autor do livro "São Paulo nas Alturas", sobre a Pauliceia dos anos 50. Ex-correspondente em Pequim, Nova York, Washington e Buenos Aires, escreve sobre urbanismo e arquitetura

Painel no Minhocão é um resquício da Virada Cultural de 2015

A obra mostra possíveis silhuetas dos moradores do prédio

Por Raul Juste Lores - Atualizado em 29 Jul 2019, 16h28 - Publicado em 12 Jul 2019, 09h10

Inspiração para a Virada Cultural, a “Noite Branca” de Paris sempre teve um foco em intervenções (efêmeras ou não) no patrimônio a ser desfrutado por quem caminha pela madrugada. Já a Virada Paulistana rapidamente se transformou em um Lollapalooza popular, sem grande interesse em preparar o centro para olhos desacostumados a admirá-lo com atenção. Um raro legado, na edição de 2015, foi este painel que fica no Minhocão. Criado pelo escritório Nitsche, ele aproveita uma empena cega, aquelas laterais de edifícios que não tiveram continuidade com prédios geminados. Com dez andares, o Edifício Paulo Theodoro virou a tela para silhuetas de possíveis moradores.

Painel em edifício do Minhocão, resquícios da Virada Cultural de 2015 Raul Juste Lores/Veja SP
Publicado em VEJA SÃO PAULO de 17 de julho de 2019, edição nº 2643.
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