Edifício Manaus é um recanto protegido nos Campos Elíseos

Projeto de 1957 do arquiteto e construtor Israel Galman, o prédio tem quartos recuados que dão bossa geométrica à fachada

Apesar das décadas de promessas de melhorias, boa parte dos Campos Elíseos sofre com o pouco uso de dezenas de palacetes (muitos deles, do governo do estado), com a vizinha Cracolândia, com galpões se desmanchando e com o trânsito pesado da Avenida Rio Branco. Mas no final da Alameda Barão de Limeira há um quarteirão resiliente, ao redor do Colégio Boni Consilii. Com calçadas limpas e arborizadas, é sossegado e tem prédios de boa arquitetura — caso do Edifício Manaus (até o nome é bonito), projeto de 1957 do arquiteto e construtor Israel Galman. Para evitar que o sol forte batesse diretamente nos quartos, Galman os recuou, alternando pequenos terraços com armários embutidos, que rendem mais espaço aos apês de dois quartos. A solução ainda deu uma bossa geométrica à fachada, raridade por aqui.

 (Raul Juste Lores/Veja SP)

 (Raul Juste Lores/Veja SP)

 

Publicado em VEJA SÃO PAULO de 07 de agosto de 2019, edição nº 2646.

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