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São Paulo do Alto Por Bruno Niz Imagens de drone que revelam uma cidade fascinante e ainda pouco conhecida

Por uma Roosevelt mais receptiva

A reforma concluída em 2012 transformou a então decadente Praça Roosevelt em um dos principais pontos de encontro da cidade

Por Bruno Niz Atualizado em 23 mar 2018, 13h26 - Publicado em 22 mar 2018, 15h23

Em seu entorno, convivem pessoas de todas as tribos, atraídas pelos teatros e bares. A qualquer hora, os skatistas também são figuras garantidas no local. O espaço, contudo, ainda deixa a desejar quando o assunto é bem-estar: se fosse equipado com peças de mobiliário urbano e tivesse mais áreas sombreadas, seria muito mais convidativo.

Abraçada pela praça está a igreja Nossa Senhora da Consolação. Erguida em 1799, ela acompanhou toda a transformação da região, de fazenda à movimenta área central. A sua arquitetura impressiona tanto quem passa pela Rua da Consolação, como do alto, de onde é possível ver uma simétrica construção em forma de cruz.

O paredão de prédios faz da Praça Roosevelt um cenário muito particular na cidade. As construções são da década de 50, numa época em que era permitida a construção de prédios geminados. O primeiro a ser erguido foi o Edifício Icaraí (quarto da esq. pra dir.), com projeto do arquiteto Franz Heep. A partir dele surgiram os vizinhos que formam o visual que temos hoje.

Bruno Niz/Veja SP

A praça fica entre dois “futuros” parques, o parque Augusta, na esquina das ruas Augusta e Martinho Prado, e o Parque Minhocão – este último, passou a ser chamado assim por moradores do entorno que, na carência de áreas de lazer na região, começaram a ocupar o Elevado João Goulart nos finais de semana, quando o tráfego é suspenso. Os moradores seguem na luta para que o Elevado se transforme em parque e ao que parece, isso tem grandes chances de acontecer.

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