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Simone e Simaria explicam pergunta picante no “Altas Horas”

A dupla sertaneja esteve no "Conversa com Bial" e falou sobre a "saia justa" com a sexóloga Laura Müller: "Não existe técnica, pode ter a vaselina que for"

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 14 jul 2017, 11h19 - Publicado em 14 jul 2017, 11h14

Em junho de 2017, Simone, da dupla com Simaria, deixou a sexóloga Laura Müller constrangida com uma pergunta pra lá de picante no Altas Horas, da Rede Globo — clique aqui para relembrar o caso. Nesta quinta (13), a dupla sertaneja relembrou a “saia justa” no programa Conversa com Bial.

Na época, a cantora pediu dicas para “dar a roda” para a sexóloga, levando a plateia do programa às gargalhadas. As sugestões da profissional, no entanto, parecem não ter funcionado: “Quem quiser dar a roda, tranquilo, a roda é sua, faça o que quiser. Mas é um sofrimento desgraçado. Não existe técnica, pode ter a vaselina que for“, desabafou Simone durante o programa apresentador por Pedro Bial — clique aqui para assistir ao momento. Assista: 

https://www.youtube.com/watch?v=DJsLERfsKFg

O apresentador, então, entregou à dupla um trecho do livro “A Casa dos Budas Ditosos”, de João Ubaldo Ribeiro, para que elas soubessem um pouco mais sobre o assunto. Simone se surpreendeu com os conselhos do autor brasileiro: “De quatro? Você tá maluco. João Ubaldo, você tá errado, colega” — o escritor morreu em 2014.

Na sequência, ao ler que o autor recomendava a espera durante o ato, Simone exclamou: “Ô, Bial, se esperar, murcha!“, disse a cantora, levando a plateia às gargalhadas. Sobrou até para o próprio Pedro Bial: “Esse Bial é muito sem vergonha, nunca pensei. Bial, você tá da cor de um pimentão!“, apontou Simaria. Após ler a última palavra da leitura sugerida pelo apresentador, que dizia “é um milagre”, Simone concordou: “É um milagre mesmo dar a roda. É um milagre!“. Na internet, o momento chamou atenção. Confira a repercussão: 

Apesar dos momentos cômicos, o Conversa com Bial também foi marcado por lembranças tristes: a dupla se emocionou e chorou ao relembrar a morte do pai. Elas revelaram que não desistiram de encontrar o corpo do garimpeiro e dar um enterro digno a ele. “Faz 21, 22 anos que ele faleceu, ele era incrível, maravilhoso, éramos apaixonadas por ele. Íamos com ele para o garimpo, a gente via gente morta pelo chão, coisas ruins. Ele estava lá buscando uma pedra preciosa para dar uma vida melhor para a família“, contou Simaria — clique aqui para assistir ao momento.

Ele foi enterrado como indigente e está muito complicado achar o corpo. Choveu muito, a enxurrada levou as covas, tem que exumar, é tudo um processo. Quando ele morreu eu ia fazer 11 anos, era louca por ele. Fui dormir e via ele deitado do meu lado, como se estivesse me olhando. Eu disse: ‘Quando eu fizer sucesso, pode custar o dinheiro que for, eu venho te tirar desse lugar’. Eu prometi, disse para ele que iria buscá-lo“, emocionou-se.

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