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Irmãs gêmeas idênticas se reencontram 33 anos após serem separadas

As jovem passaram as últimas décadas vivendo em cidades diferentes dos Estados Unidos após serem adotadas por pais americanos

Por Redação VEJA São Paulo - Atualizado em 21 mar 2018, 18h35 - Publicado em 21 mar 2018, 18h11

Amanda Dunford Katey Bennett são irmãs gêmeas idênticas, mas passaram os últimos 33 anos vivendo em cidades diferentes dos Estados Unidos após serem adotadas por pais americanos. Katey foi deixada em uma cesta na porta de um orfanato. Já Amanda foi amarrada a um poste na casa de um vendedor de rua. Foi uma exame de DNA que revelou que as duas eram, na verdade, irmãs que viviam em lados opostos do país.

Amanda cresceu sabendo que poderia ter uma irmã perdida. A família da jovem, que é do Arizona, contou à jovem que ela tinha uma irmã — mas que ela já tinha sido adotada quando o casal chegou ao orfanato. Eles não receberam nenhuma informação adicional, então a jovem decidiu fazer um teste de DNA por meio da organização 23andMe em 2013. Com os exames, ela conseguiu encontrar uma prima distante, que ainda é sua amiga até hoje, mas ainda não havia sinal de uma irmã. A mulher, no entanto, não perdeu as esperanças.

A história mudou quando Katey, que cresceu na Califórnia, decidiu procurar a mesma instituição para fazer um teste de DNA, no ano passado. Quando os resultados chegaram, ela descobriu que tinha um DNA 100% correspondente a outra pessoa que já tinha feito o teste. Ao lado do nome de Amanda, estavam as palavras “irmã gêmea idêntica”. A mulher ficou completamente em choque. Ao contrário de Amanda, Katey não sabia que ela tinha uma irmã: “Eu passei a minha vida inteira duvidando se eu encontraria alguém que teria o mesmo sangue que eu“, contou a jovem a WKTR.

A primeira atitude de Katey foi diminuir o entusiasmo: “Foi mais fácil negar e dizer que não era real. Eu não queria derrubar as minhas barreiras e realmente acreditar no que eu estava vendo“, contou a mulher. Não demorou muito até que as mulheres se encontrassem nas redes sociais. Katey decidiu enviar uma mensagem para Amanda por meio do 23andMe que dizia simplesmente “eu posso ser a sua irmã”.

Amanda estava prestes a ir dormir quando checou seus e-mails pela última vez e viu a mensagem que mudaria a sua vida: “Eu pulei da cama. Pensei ‘isso é fácil demais’. Eu achei que quando nós nos reencontrássemos nós seríamos velhas e de cabelos grisalhos, ou que ela poderia estar na Coreia“. As irmãs se falaram pelo telefone, uma ligação que durou nove horas seguidas. Elas, então, organizaram uma ligação pelo Skype. “Senti que estava falando comigo mesma o tempo todo“, contou Katey.

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Apesar de terem crescido em estados diferentes, as mulheres ainda compartilhavam muitos interesses em comum. Reprovaram em matemática no mesmo no colégio e as duas passaram no teste da autoescola na segunda tentativa. “Tantos eventos da nossa vida são tão semelhantes e aconteceram ao mesmo tempo“, refletiu Katey sobre as coincidências. As duas também comem muito rápido e adoram romances policiais. Há também algumas diferenças: Katey trabalha com hotelaria e Amanda está na marinha americana, morando em Virginia com o filho de 6 anos de idade.

O mais curioso? O aniversário das irmãs gêmeas nem é no mesmo dia: o certificado de nascença de Katey diz que ela nasceu em 25 de dezembro de 1983, enquanto o de Amanda alega que ela nasceu em 13 de janeiro de 1984. “É incrível ter esse tipo de conexão e amor instantâneo por uma pessoa“, refletiu Amanda. “Nós perdemos 33 anos das nossas vidas juntas, mas acho que nós pegamos o ritmo fácil. Ainda temos muito o que compartilhar“.

As informações são do The Daily Mail.

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