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Mãe e filha vivem pesadelo após problemas nas férias de Natal

"Nós não podíamos acreditar, Maisy estava chorando muito no aeroporto", desabafou a mulher

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 13 dez 2018, 19h22 - Publicado em 13 dez 2018, 19h19

Uma mãe e sua filha não passarão o Natal com o resto da família em 2018 após uma exigência pouco conhecida para viajar com passageiros menores de idade. Odette Baxter-Booth e a filha, Maisy Bennett, de 17 anos de idade, foram de sua casa na Cornualha até o aeroporto internacional de Londres, onde deveriam embarcar em um voo para a África do Sul. A viagem, no entanto, não aconteceu.

A dupla estava animada por passar as festas de fim de ano com o noivo de Odette, Jason Dreyer, e sua família. A viagem tão sonhada virou um pesadelo quando funcionários revelaram que Maisy não poderia embarcar no avião sem uma carta assinada pelo pai biológico permitindo que ela viajasse. “Nós não podíamos acreditar, Maisy estava chorando muito no aeroporto. Ela já estava nervosa porque programou a viagem depois que eu já tinha programado a minha, então nós estávamos embarcando em voos diferentes, que fariam escala em Paris com duas horas de diferença”, explicou a mulher.

“Nós fizemos o check-in e passamos pela imigração quando ouvi ela gritando ‘mãe, venha aqui’. Eles, então, contaram que ela precisaria de uma autorização assinada pelo pai dizendo que não tinha problema ela viajar, porque ela ainda não tem 18 anos de idade”. O problema? O antigo parceiro de Odette e pai de Maisy estava em Truro, uma cidade a quase 400 quilômetros de distância de Londres.

A mulher, então, entrou em contato com o ex e ele se aceitou a assinar os documentos na presença de uma testemunha, enviando os papéis assinados por e-mail para a Air France — a companhia aérea que levaria mãe e filha até a África do Sul. A embaixada do país africano, no entanto, rejeitou a ideia, dizendo que o e-mail não era aceitável e que apenas o formulário original serviria.

Após uma longa discussão se valeria a pena adiar as passagens e retornar para a Cornualha para buscar os documentos assinados, Odette decidiu cancelar as férias em família. Foi uma decisão especialmente difícil para a mulher, já que ela aproveitaria o passeio para encontrar o lugar onde se casaria com Jason na África do Sul. Desde 2015, crianças menos de 18 anos, tanto nativas como estrangerias, precisam de um passaporte válido e uma certidão de nascimento original que mostra o nome de ambos os pais para viajar. Se a criança está viajando sozinha ou com apenas um dos pais, então é necessário também o formulário pedido a Maisy.

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“Eu sou uma viajante experiente e o Jason é da África do Sul, mas não fazíamos ideia dessa regra. Eles deveriam ter feito um alerta quando eu comprei o voo da Maisy. Ela viajou para o país pela última vez há três anos e meio, mas eles mudaram a regulamentação desde então e nós não sabíamos”, desabafou a mulher.

O padrasto de Maisy também ficou arrasado com a notícia. “Ele ficou muito chateado e disse que pagaria por novos voos, alegando que não era muito dinheiro, mas nós já gastamos mais de 1 000 libras e a logística para organizar a viagem novamente seria muito difícil, já que envolvia três voos e uma viagem de 40 horas”, explicou. “Mas eu preciso elogiar os funcionários da companhia aérea — eles fizeram tudo o que era possível para consolar a Maisy”, elogiou Odette.

Odette e Maisy passarão o Natal em Manchester, onde o irmão de Odette mora. “Eu não esperava que seríamos só nos duas no Natal. Eu não conseguiria retornar para a Cornualha após esse desencontro, nós merecemos férias”.

As informações são do Daily Mirror.

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