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Por que escola proíbe que príncipe George tenha um melhor amigo?

Ele começou as aulas em setembro, mas a imprensa da Inglaterra já descobriu detalhes curiosos sobre a instituição de ensino frequentada pelo príncipe

Por Redação VEJA São Paulo - Atualizado em 13 Sep 2017, 18h35 - Publicado em 13 Sep 2017, 17h57

Ter um melhor amigo no colégio faz parte da vida de todas as crianças — mas não para o príncipe George. Terceiro na linha de sucessão ao trono britânico, o filho de Kate Middleton e príncipe William começou em setembro as aulas na Thomas’s Battersea School, em Londres, na Inglaterra, mas a imprensa local já descobriu alguns “detalhes” do dia a dia do nobre estudante.

George, por exemplo, tem um cardápio gourmet à disposição na hora do almoço. O que está repercutindo, no entanto, é uma regra bastante atípica quando o assunto é a relação dos príncipes com os colegas: o menino de 4 anos de idade é encorajado a fazer amizades com os alunos da instituição, mas não tem permissão para ter um único melhor amigo.

A limitação, no entanto, não é apenas para George. Nenhum dos seus colegas de sala pode chamar outro estudante de melhor amigo. Em entrevista à TV britânica, mães de alunos que estudam no Thomas’s Battersea School explicaram que a instituição, fundada em 1971, tem como política desestimular as crianças a se aproximarem exclusivamente de uma outra.

Eles acreditam que, se o seu filho estiver fazendo uma festa, a menos que cada um dos coleguinhas seja convidado, não se deve entregar convites na aula“, explicou uma mulher. O objetivo da instituição é impedir que os alunos se sintam excluídos.

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