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Por uma selfie, rapaz quebra dedo de estátua chinesa milenar

As esculturas, que datam do século III a.C., foram descobertas em 1947 por agricultores locais em Xi'an, na China.

Por Redação VEJA São Paulo 22 fev 2018, 18h32

NeVocê provavelmente já ouviu falar dos guerreiros do Exército de Terracota. As esculturas, que datam do século III a.C., foram descobertas em 1947 por agricultores locais em Xi’an, na China. Agora, as obras de mais de 2 000 anos de idade viajam o mundo. O Instituo Franklin na Filadélfia, Estados Unidos, ganhou do governo chinês o direito de exibir nove guerreiros em uma exposição chamada “Guerreiros de Terracota do Primeiro Imperador”. No entanto, um turista acabou quebrando o polegar de uma das peças milenares após fazer uma selfie.

Michael Rohana estava no museu com amigos no dia 21 de dezembro de 2017. O grupo participava de uma festa de fim de ano em outra área da instituição, e o americano entrou sem autorização na exposição dos Guerreiros de Terracota. O rapaz, então com 24 anos de idade, abraçou um dos soldados feitos há mais de 2 000 anos e fez uma selfie. Antes de sair, o rapaz arrancou o polegar da estátua e levou a peça no bolso até a sua casa, onde guardou o objeto em uma gaveta — antes, é claro, ele publicou uma foto do dedão em uma rede social. Uma estátua é avaliada em 4,5 milhões de dólares.

  • A ausência do polegar foi notada apenas no dia 8 de janeiro de 2018. Após uma busca pelos registros de segurança, Michael foi identificado e preso sob a acusações de roubo e ocultação de obra de arte, além de transporte interestadual da peça roubada. O jovem foi solto após pagamento de fiança, mas ainda aguarda julgamento. A notícia só veio a tona na segunda (19), após a matéria de uma emissora pública de TV chinesa. A façanha do americano provocou a fúria de autoridades chinesas, que exigem uma punição severa a Michael.

    Apesar da polêmica, os guerreiros de terracota devem permanecer nos Estados Unidos até o FBI concluir as investigações. Autoridades chinesas vão enviar dois especialistas para conduzirem trabalho de reconstrução. Se condenado, Michael pode passar até dez anos na cadeia.

    As informações são do Nexo e do G1.

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