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Por que o vídeo de um cachorro “dançando” está enfurecendo a internet

Esqueçam as rainhas de bateria na avenida, o rebolado das musas fit no Snapchat, o ziriguidim das escolas de samba: o símbolo do Carnaval brasileiro em 2016 é o vídeo de um cachorro que parece estar “dançando”. Sim. Mas a história não é tão simples assim – e, como costuma ocorrer nas redes sociais, acabou em […]

Por VEJA SP Atualizado em 26 fev 2017, 13h17 - Publicado em 5 fev 2016, 12h34

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Esqueçam as rainhas de bateria na avenida, o rebolado das musas fit no Snapchat, o ziriguidim das escolas de samba: o símbolo do Carnaval brasileiro em 2016 é o vídeo de um cachorro que parece estar “dançando”. Sim. Mas a história não é tão simples assim – e, como costuma ocorrer nas redes sociais, acabou em polêmica.

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As imagens de um menino com seu animalzinho viraram fenômeno no Facebook e no Twitter. Mas nem todo mundo parece ter entrado no clima de festa. No post original e no site Buzzfeed, que publicou a cena em um post divertido, há comentários indignados com as cenas.

Qual é o motivo do falatório? Para entendê-lo, é preciso ir ao começo do caso. Com mais de 1 milhão de visualizações, este vídeo mostra um cão aparentemente em clima de Carnaval. A internet, claro, foi à loucura. Confira a cena:

 

Divertido, não? Veja os comentários que circulam no Twitter:

aparentemente o ritmo desse carnaval é o gif do moleque dançando com o cachorro

— Marcos Mota (@marmotando) February 5, 2016

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eu to achando meio difícil continuar o dia normalmente depois de finalmente ver o video do cachorro https://t.co/CLRjC41l0h

— Letícia (@leticiando) February 5, 2016

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Ensine seu cachorro a dançar pic.twitter.com/p0Xq5vOfH2

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— Izabella (@ovicioeoverso) February 5, 2016

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Muita gente, no entanto, não entrou na brincadeira. Vários comentaristas das redes sociais detectaram uma doença no cachorrinho do vídeo: a cinomose. E, de imediato, escreveram muitas mensagens indignadas sobre a suspeita.

Provavelmente esse cachorro não está dançando, mas sim está com sequelas de cinomose, virus gravíssimo que ataca muitos cães de rua, afetando principalmente o sistema nervoso deles, gerando lesões motoras, que os deixam sem controle dos membros“, escreveu uma leitora.

Outros deram sequência às críticas: “Vacilo postar isso…..Com certeza ele deve ter sequelas de cinomose….não é engraçado, é triste e sempre tem um retardado que vai achar graça disso….humor negro, não né?!

A história, no entanto, ficou ainda mais complicada quando, numa reviravolta, um suposto vizinho do menino que aparece no vídeo explicou que o cão (ou, na palavra dele, cadela) não estava doente. “Eu passei por ela hoje e estava de boa”, escreveu. Confira o trecho da conversa:

@bicxbicx 1) ele não tem 2) todo mundo que teve cachorro com esse problema disse que não é assim o espasmo pic.twitter.com/3wxByQtJCO

— Arnaldo Branco (@arnaldobranco) February 5, 2016

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Em resumo:

No facebook estão problematizando o gif do cachorro dançando, has ciências sociais gone too far??

— Arnaldo Branco (@arnaldobranco) February 5, 2016

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Caso encerrado? O cão pode voltar a ser considerado o muso do Carnaval 2016? Ou a polêmica continua? Deixe seu comentário e aproveite para curtir nossa fanpage no Facebook.

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