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Resposta da dona de bar para pedido de pai está chamando atenção

"A minha intenção não é constranger esse pai com quem eu conversei ontem, mas a história deste homem não saiu da minha cabeça"

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 5 fev 2020, 13h58 - Publicado em 4 jul 2018, 17h19

A dona de um pub em Sheffield, na Inglaterra, está chamando atenção no Facebook por um motivo tocante: uma conversa que ela, Steph Tate, teve com um pai.

Ontem, um pai entrou no pub e me perguntou se haveria problemas se o filho dele, que usa cadeira de rodas, ficasse no estabelecimento. Eu fiquei confusa. Perguntei por que ele sentia que aquilo seria um problema“, explicou Steph na publicação. O rapaz, então, explicou que às vezes o filho faz barulhos altos e mexe muito os braços. Algumas pessoas, inclusive, já fizeram “comentários maldosos” quando ele levou o menino para um passeio.

Eu fiquei muito triste ao pensar que um pai precisou questionar se estaria tudo bem se o filho dele entrasse no meu pub, como todos os outros clientes“, explicou, no desabafo. “A minha intenção não é constranger esse pai com quem eu conversei ontem, mas a história deste homem não saiu da minha cabeça. Como ele deve ter se sentido ao me perguntar se o filho dele seria aceito no meu pub? Eu, então, comecei a pensar como muitas outras pessoas estão na mesma situação“.

Na sequência, Steph manda um recado aos internautas: “Todos são bem vindos no nosso pub e a nossa equipe sempre oferecerá ajuda, seja para carregar equipamentos ou ajudar na mudança de mesas e cadeiras para melhor acomodar cadeiras de rodas“, garante.

Se você está sentado em casa com uma criança, companheiro ou amigo com deficiência e fica ansioso ao pensar em levá-los para um passeio por causa de comentários maldosos, sinta-se à vontade para trazê-los aqui. Se eu encontrar pessoas fazendo menções negativas ou sendo desrespeitosas, elas serão convidadas a se retirar — não você“. Confira: 

A mensagem emocionou internautas e foi compartilhada mais de 1 700 vezes em poucos dias. Após a repercussão da história, Leila Adams, a mãe do menino, falou ao site Bored Panda: “As pessoas podem entender que um usuário de cadeira de rodas precisa de um caminho largo o suficiente para transitar, mas não entender por que uma pessoa autista possa ter uma crise em um espaço público. Eles podem entender por que uma criança com dificuldades de aprendizado possa precisar de mais tempo para aprender, mas não por que uma pessoa com deficiências físicas precisa de acomodações diferentes. Eu acho que a máxima ‘trate os outros como você gostaria de ser tratado’ precisa ser transformada numa norma na nossa sociedade“.

Dê sua opinião: E você, o que achou da resposta de Steph? Deixe seu comentário e aproveite para curtir a nossa fanpage no Facebook!

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