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Mãe toma medida radical após filha arrancar o próprio cabelo

"Foi uma decisão muito difícil. Ela tem cachos dourados muito bonitos", desabafou a mulher, que agora quer conscientizar outras pessoas sobre o transtorno

Por Redação VEJA São Paulo - Atualizado em 22 Aug 2017, 19h29 - Publicado em 22 Aug 2017, 18h47

O que você faria se o seu filho pequeno puxasse os cabelos compulsivamente? Após muito sofrimento, a dona de casa Kerry Shearer optou por uma solução radical: raspou a cabeça da filha de apenas 2 anos de idade.

A família, que acredita que a menina sofre com tricotilomania, um transtorno que provoca o “impulso urgente e irreprimível de arrancar os próprios fios de cabelo ou pelos“, sentiu que a atitude era “a única solução”.

Infelizmente, a decisão de Kerry e seu marido, Gavin Shearer, não acabou com o comportamento compulsivo da pequena Isla. Agora, a pequena, que ainda não foi devidamente diagnostica por médicos, começou a arrancar os cabelos da própria mãe e de pentes espalhados pela casa.

Foi uma decisão muito difícil. Ela tem cachos dourados muito bonitos. Assim que o cabelo dela não estava mais lá, ela começou a puxar os meus, ou puxar os fios de um pente“, desabafou a mulher ao The Daily Mirror.

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Eu tentei de tudo para pará-la, mas nada surtiu efeito. Eu sei que tricotilomania normalmente é ligada à ansiedade, mas a Isla é a criança mais feliz que eu conheço, então eu não sei o que está acontecendo“, revelou a mulher.

Especialistas acreditam que a menina, de fato, sofre com o transtorno, mas os médicos ainda esperam que isso possa ser apenas uma fase. “Eu quero ver um pediatra especializado. Mesmo se a Isla realmente passar por essa fase, eu sei que tricotilomania está ligada ao estresse, então poderia voltar quando ela crescer. Eu quero que o diagnóstico fique registrado, assim ajuda estará facilmente disponível no futuro, se ela precisar“, contou Kerry.

O cabelo da pequena Isla voltou a crescer no lado esquerdo de sua cabeça, mas no lado direito ela está com uma grande falha. O visual acaba atraindo os olhares de curiosos nas ruas, que perguntam o que Kerry fez com a filha: “Eu não quero que ela fique estressada, eu não quero que ela se sinta se mal, então eu dou o meu cabelo para ela brincar de vez em quando. Eu sei que eu não deveria, mas pelo menos isso dá uma chance ao cabelo dela“.

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Kerry revela que está recebendo apoio de outras mães sofrendo o mesmo problema após procurar apoio em um grupo no Facebook. Agora, ela quer conscientizar outras pessoas sobre a condição: “Eu adoraria ver mais pessoas conhecendo a tricotilomania, que acontece com milhões de pessoas no mundo inteiro. Os irmãos da Isla sabem tudo a respeito e dão todo o apoio, então houve uma educação extra para eles também. Mas eu me preocupo com bullying“, contou a jovem.

Seria bacana ver outros pais ensinando seus filhos sobre a condição, assim eles poderão entendê-la e saber que, só porque alguém é diferente, não quer dizer que eles são más pessoas“.

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