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Isabella Fiorentino abre o coração ao falar sobre o filho

"Eu falo que o Lorenzo tem agenda de executivo. Ele faz, em média, três terapias por dia além da escola", brincou a ex-modelo e apresentadora

Por Redação VEJA São Paulo 16 mar 2018, 10h27

Isabella Fiorentino surpreendeu os fãs em bate-papo com Mariana Kupfer no YouTube. A ex-modelo e apresentadora, que é mãe dos trigêmeos Bernardo, Nicholas e Lorenzo, é bastante discreta ao falar sobre sua vida pessoal, mas abriu o coração na entrevista ao falar sobre o desenvolvimento de Lorenzo, seu filho com necessidades especiais. As crianças nasceram prematuras, de 27 semanas: “Os três nasceram muito pequenininhos, eu nem vi. O Nicholas cabia na palma da minha mãe!“, revelou.

Saímos da UTI, o Bernardo e o Nicholas continuaram fazendo terapias, mas logo foram liberados. E o Lorenzo continua até hoje. Eu falo que o Lorenzo tem agenda de executivo. Ele faz, em média, três terapias por dia além da escola. E, às vezes, eu me pergunto se estou exagerando neste estímulo para ele, mas não, porque terapias são brincadeiras, vamos dizer assim. Tenho um time enorme de fisioterapeutas, terapeuta ocupacional, fonoaudióloga, terapeuta na água, equoterapia, psicóloga. A gente se reúne a cada seis meses para ver o que ele está tendo de ganho e no que está atrasado para gente começar a ajustar as terapias. Porque não é uma ciência fechada!“, revelou. “Eu não acho que a gente está fazendo muito, eu acho que a gente está fazendo por ele o máximo que poderíamos fazer por ele. E eu tenho certeza que ele está feliz“. As crianças têm 6 anos de idade. Assista: 

https://www.youtube.com/watch?v=163cwgOH8Cw

Isabella revelou ainda que Bernardo e Nicholas têm ciúmes do irmão: “Eles têm muito ciúme do Lorenzo, porque ele me demanda muito mais tempo, ainda tem as sequelas da prematuridade, toda a parte motora dele é bem atrasada, o Lorenzo precisa de mim o tempo todo. Mas as crianças também. Eles têm os mesmos seis anos do Lorenzo, então eu preciso saber dividir isso. Por isso que eu digo que o dia do filho único é muito importante para quem tem múltiplos“, disse a apresentadora.

  • Hoje eu percebo que o Nicholas e o Bernardo, por não terem nenhum atraso motor nem nada, se bastam, fazem as suas brincadeiras. Só que eu já percebi que, muitas vezes, eles, no meio do jogo de futebol, falam: ‘Ah Lorenzo, vem jogar com a gente’. Eles sabem que não vai virar um jogo aquilo, porque o Lo precisa de ajuda, ele está no andador, mas eu sinto como eles estão estimulando o irmão e sabem que o irmão precisa daquilo para se desenvolver. Claro que tem os ciúmes, mas eles estão muito mais unidos para que o Lorenzo alcance o máximo que ele puder“.

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