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Ex-funcionária é indenizada em 1,9 milhão por trabalhar aos domingos

A mulher foi demitida em 2016 por "negligência" e "má conduta profissional" após repetidas faltas "sem desculpa"

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 17 jan 2019, 19h35 - Publicado em 17 jan 2019, 19h00

Você já foi escalado para um plantão de fim de semana? Pois uma ex-lavadora de pratos de um hotel de Miami deve receber uma indenização de cerca de 80 milhões de reais após ser obrigada pelo empregador a trabalhar aos domingos. Como o caso transcorreu em um tribunal federal dos Estados Unidos, há um teto para indenizações: assim, a funcionária Marie Jean Pierre deverá receber apenas 1,9 milhão de reais.

“O júri desconhecia esse teto”, revelou o advogado da ex-funcionária. De acordo com a decisão, a direção do Conrad Miami violou os Direitos Civis de Marie Jean ao não respeitas as crenças religiosas da ex-funcionária, que a impediam de trabalhar aos domingos.

A mulher foi demitida em 2016 por “negligência” e “má conduta profissional” após repetidas faltas “sem desculpa” — sempre aos domingos. A americana é integrante da Soldiers of Christ Church, um grupo missionário católico que ajuda os mais pobres e que usa os domingos para as suas atividades religiosas.

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