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Ex-BBB pede 750 000 para Globo em processo por conta de decisão da emissora

Marcos Harter, da edição de 2017, afirma que foi prejudicado pela empresa

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 4 mar 2020, 14h22 - Publicado em 4 mar 2020, 14h18

Marcos Harter, médico que participou da 17ª edição do Big Brother Brasil, entrou com um processo contra a TV Globo por conta de sua expulsão do reality show. Na época ele era suspeito de ter agredido Emilly Araújo: eles mantinham um problemático relacionamento dentro da casa.

Segundo a colunista do jornal O Dia, Fábia Oliveira, a defesa de Harter afirma que ele teve sua imagem prejudicada pelo episódio, que não teria sido comprovado em investigação. “O juiz do caso criminal que foi instaurado não aplicou a lei Maria da Penha. Ou seja, não houve agressão à mulher”, disse o advogado do homem para a coluna.

Eles relatam também que Emilly teria agredido Harter em outra ocasião. “Se a emissora tinha que expulsar participante, deveria expulsar os dois e não apenas ele”. A defesa pede 750 000 reais na ação. 375 000 seriam 25% do prêmio de 1,5 milhão de reais para o ganhador do reality (ele era um dos quatro finalistas), e o restante, indenização por danos morais.

A defesa alegou também que ele foi prejudicado no seu campo profissional: cirurgião plástico, o advogado relatou que “90% do público [de Harter] é de mulheres. Ele saiu do programa sendo visto como agressor de mulher”. Procurada pelo jornal, a Globo afirmou que não foi notificada.

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